Parabens pelo blogue e pelo belíssimo estudo sobre as Armas da Casa de Bragança.
Tomei a liberdade de copiar e irei colocar ainda hoje no blogue dedicado à Família Real Portuguesa.

Bem haja!
maria.menezes5@gmail.com a 13 de Março de 2009 às 19:37

Muito obrigado por este valioso trabalho. Graças a ele vou poder interpretar a razão porque as armas do Duque de Bragança se encontram numa chave de abóbada da igreja manuelina de Santa Maria Madalena de Olivença.
Servando Rodríguez Franco a 18 de Setembro de 2009 às 21:32

Estou à procura das regras que estabeleceu as diferenças heráldicas para os filhos do monarca a partir de D. Manoel I. Quero configurar como seria o brasão de cada um dos filhos do rei D. João VI, visto que ele teve nove filhos, sendo que um deles morreu quando criança. Para mim ainda um mistério diferenciar todos os nove filhos. Você pode me ajudar com algum material textual a respeito ? Tenho procurado por estas informações já há quase um ano e não acho. Moro no Brasil, o que é mais difícil ainda de se achar alguma informação tão específica como esta. Acho até que deva ser impossível achar algo aqui no Brasil sobre este assunto.
Raul a 28 de Dezembro de 2017 às 20:26

Caro Senhor Sobral

Tenho duas questões a colocar qual o foro e o foral e que Rei para a constituição do brasão da casa de Bragança ?

E também relativo à casa de Cadaval qual foi o Rei que deu o nascimento do tal brasão ?

Eu possuo um brasão da casa de Bragança desde 1070 a 1570, que vem da Alemanha e que se fixou em Portugal, possuo dois livros em latim um retrata a família Bragança e seu brasão que é o oposto ao seu aqui exposto e outro livro da casa de Hasburgo que fala do interveniente da casa de Bragança com Portugal e não fala em mestres de Avis, nem de bastardos, fala de Joannem IV de Bragança que o pai deste é Belgio e de onde a minha família é proveniente. A linhagem da minha família Brigantia vem desde 630 a 1570 com registos em latim, não há nada fabricado no Estado novo, nem na republica.

O estado novo não tem autoridade para revogar leis da monarquia. o estado novo não é uma monarquia, não é. E portanto a lei de Banimento de 1834 de D. Maria II ainda está em vigor na Monarquia. E não há discussão possível sobre isto. Como também na Republica existem leis e que nós todos as respeitamos e não há discussão.

Este pertence à genealogia dos comtes de Brigantiae (24) e Montfort (31), esta última casa de Montfortiis descende de Brigantia ou Braganza

24 RVDoLPHY s quartus, Henricum procreauit,comitem de Bregantia & Pfuléd9tf. Quihunc fccutifunt,inccrtum. Cæterùm fubannum incarnationi§ Domini 1400. Wilhelmusgoihesá Brezantia reperitur, à quo Appcnccllcnfes& Rhy necenfcs defecerunt ,ad confœderatos Heluetiorüm. GE ueritia obiere.Filiarum Agnes com SÉ;

31 HvGo decimushoc nomine, filius Hugonis Senioris, altercanonici frater germanus, dominus in Rotenfels,ex Anna comiti ffaâZvuayprukh & Bytfch, genuit Vuolf3o gangum, loannem, Hugonem, & Sibyllâ, obiitanno Redemptionisnoftrae 1519. Isquod reliquum habebatin dominio Brigantiae, vendidit Ferdinando Auftriaco principi.

Mais existem dois registos, um de 1833 e 1834 a falar sobre o Miguel filho de Carlota Joaquina como adultero ao pai João VI e na altura ainda não tinham ADN para confirmar o boato, pois nos dias de hoje a confirmação está feita com toda a tecnologia. O ADN da Realeza Portuguesa tem um traço único, o miguel e os seus descendentes não tem esse traço, tem o traço de Filipe V de bourbon filho de meia irmã de Carlos II de Espanha que este não deixou descendência e o cromossoma Y acabou.

1833
Quatrièmement enfin, ils tâchent de jus— tifier l'exclusion de D. Pédro du trône de Portugal, sous le prétexte que Sa ... lié au Portugal, sous le titre de aoxauun

D. Pédro nasceu português; seus pais, sua infância e seu carinho nunca lhe falharam; ele conhece e possui todas as qualidades de um nobre português; ele fala a mesma língua, pratica a mesma religião e não ignora quais são os interesses e necessidades do povo português de quem nasceu Royal Prinea; é impossível aplicar os motivos de exclusão em que se baseia (1). Após o estabelecimento da lei fundamental de Gortès de Ldmégo, cujas disposições ainda estavam presentes a todos, quase não havia três reinos quando um caso surgiu sob todos os aspectos semelhante a isso

A lei ordena clara e muito sabiamente qual é a regra a ser seguida em relação aos homens e às mulheres; os primeiros nunca são excluídos, e os segundos apenas no caso único em que se casam com um estranho.

crianças adúlteras subiram ao trono de Portugal; porque, de fato, D. Miguel é adúltero


Os meus cumprimentos
João
João a 31 de Dezembro de 2019 às 11:12